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O
que é e para que serve a fusão de empresas?
Seja qual for o setor em que uma empresa atua,
é sempre pensando em superar o concorrente, para então
conquistar uma maior fatia do mercado e mais consumidores, que uma
companhia trabalha. Obter a liderança, vender mais e ser
lembrada em primeiro lugar são os principais objetivos. E
numa economia capitalista, em que obter lucros, além de se
sustentar pagando impostos e salários, é cada vez
mais difícil, alguns grupos optam por juntar forças.
Mas quando vale a pena e por que isso acontece? Quais as características
desse processo no Brasil? Há vantagens para os consumidores?
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Tipos
de fusões praticadas no Brasil
Lá fora, as fusões são tratadas,
simplesmente, como negócios entre empresas. Aqui,
porém, há por definição
três tipos: fusão por Cisão, por
Concentração e por Incorporação
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O
Cade e o zêlo pela concorrência
É o Conselho Administrativo de Defesa Econômica
o órgão responsável em aprovar
uma fusão no Brasil. Seu principal objetivo é
cuidar para que a concorrência não seja
ameaçada
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Vejas
casos de sucesso e fracasso
Os dois primeiros exemplos lembrados por especialistas
são o da AmBev, originária da fusão
entre Brahma e Antarctica, e da Autolatina, tentativa
de fusão entre a Volks e a Ford, em 1987
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E
como ficam os funcionários?
Há empresas de RH e profissionais especializados
em lidar com as demissões, inerentes à
fusão, e com as expectativas dos funcionários
de uma companhia que acabou de surgir
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nenhuma notícia cadastrada
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Em
linguagem econômica, o significado original da palavra
monopólio é de vendedor exclusivo de um produto.
Na prática, o que se encontra hoje é a situação
de oligopólio, isto é, algumas poucas e grandes
empresas controlando determinado setor do mercado
A Constituição
Federal, em seu parágrafo 173, artigo quarto, diz que
a lei reprimirá o abuso do poder econômico que
vise à dominação dos mercados, à
eliminação da concorrência e ao aumento
arbitrário dos lucros. Isso é supervisionado
pelo Cade
As fusões
ganharam força no começo do governo Collor,
quando o Brasil foi aberto ao comércio internacional.
Naquele momento, a indústria foi pega desestruturada
e sem poder de competitividade, já que o protecionismo
não estimulou o investimento em tecnologia
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