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Rádio comunitária X rádio pirata

O rádio é prático, democrático, prestador de serviços, formador de opinião... E as rádios comunitárias deveriam aumentar ainda mais essa lista, certo? Nem tanto. A polêmica envolvendo rádios comerciais, comunitárias, livres e piratas é das mais acirradas. O problema envolve as emissoras, o governo, estudiosos do assunto e também a população, que pode estar tanto do lado de cá ou de lá do microfone. Entenda a questão no DOL Explica desta semana

 

A culpa é do governo?
Quando o assunto é rádio pirata, rádio comunitária ou rádio livre, entram em cena algumas polêmicas. Primeiro porque o modelo de concessão de emissoras adotado pelo governo brasileiro é bastante criticado. Ainda há o fato da audiência e do lucro, além de envolver uma discussão da própria estrutura da sociedade, no que diz respeito a estruturas de poder e a questão da liberdade de expressão

 

Pirata por quê?
A expressão 'rádio pirata' nasceu nos anos 50, quando algumas emissoras foram montadas dentro de navios, instalados na costa da Europa

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Rádio comunitária do ABC trocou transmissores pela Web
A Ystilingue FM, criada para dar espaço a artistas independentes, deixou de transmitir via rádio para concentrar toda sua programação na Internet

 

Como funciona uma rádio comunitária (aspectos técnicos)

Confira a íntegra da lei de Radiofusão Comunitária

 

Governo - Ministério das
Comunicações
www.mc.gov.br
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ABERT – Associação Brasileira de Rádios e TVs
www.abert.org.br
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AESP – Associação das emissoras de Rádio e TV do Estado de São Paulo
www.aesp.org.br
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Anatel
www.anatel.gov.br

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Cartilha: como criar
uma rádio comunitária
www.nit.com.br

 

Ao contrário do que muita gente pensa, a diferença entre AM e FM não é a programação, mas sim a qualidade técnica. AM significa Amplitude Modulada; FM, Freqüência Modulada. Essas duas siglas se referem ao processo de transmissão utilizado. No AM, o som que sai do estúdio é misturado um sinal 'portador', modulando-o. Quando ele chega ao seu receptor, o sinal da rádio (onda portadora) é separada do sinal do estúdio, que é o que você acaba ouvindo. No FM, a coisa é parecida. Só que em vez de mexer na amplitude do sinal da freqüência portadora, o som que sai do estúdio é misturado à freqüência da portadora, sendo 'demodulado', quando chega a um receptor desta faixa.