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Como se descobre um remédio?

Muitas foram as novidades da medicina e da farmacologia nos últimos anos, no que diz respeito à criação de novos remédios para aliviar a dor humana e eliminar ou controlar as doenças do corpo. Mas como se descobre um remédio? Qual o caminho que a nova droga deve percorrer até chegar às prateleiras da farmácia para o consumidor? O professor do curso de Farmácia do Centro Universitário Municipal de São Caetano (IMES) Reynaldo Gatti explica que há duas grandes fontes de obtenção de drogas novas: a clássica e a moderna. A primeira é a partir de algo que já se conhece; a segunda é estudar a doença e a partir dela modelar uma droga. Quer saber mais? Leia no DOL Explica desta semana

 

 

Afinal, o que são os genéricos?
Os medicamentos genéricos substituem os remédios de marca, já que possuem o mesmo princípio ativo, dose e forma. E o melhor de tudo: custam menos

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IMES conta com farmácia-escola
Além de manipular remédios para a população de baixa renda de São Caetano, o espaço propicia ao aluno estágio supervisionado por professores

 
 

A quebra de patentes e o papel do Brasil
A patente é um dos mecanismos que garante ao criador de determinado invento os direitos de reprodução e comercialização. No caso da indústria farmacêutica, os laboratórios precisam pagá-la aos responsáveis pelo estudo que originou o medicamento por 15 anos. O Brasil foi pioneiro na quebra
de patentes de remédios contra a Aids


 

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Você quer comprar um remédio genérico, mas não sabe o nome da substância ativa? Confira aqui a lista

 

Anvisa
www.anvisa.gov.br
Conselho de Farmácias
www.cff.org.br
Assoc. dos Laboratórios
www.alanac.org.br
Medicamentos genéricos
www.genericos.com.br

 

Atualmente, no Brasil, apenas 19% dos domicílios com renda acima de 10 salários mínimos são responsáveis por 39% do consumo de medicamentos, segundo a ONU. Mais de 30 milhões vivem abaixo da linha da pobreza, não tendo dinheiro para remédios

Com a conclusão da maior parte do seqüenciamento do genoma humano, anunciada em abril de 2003, abriu-se a possibilidade de melhorar o tratamento do câncer, do diabetes e enfermidades neuro-degenerativas, como o mal de Alzheimer ou de Parkinson