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Fracionamento de remédios: só no papel

Mesmo com a regulamentação do fracionamento de remédios, proposto pelo Ministério da Saúde, através da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a maioria dos consumidores enfrentam dificuldades em adquirir os produtos que ainda não chegaram nas prateleiras das farmácias e drogarias. A nova proposta sofre barreiras quanto à adequação dos envolvidos (farmácias, drogaria, indústrias farmacêuticas e médicos). A Anvisa exigiu que a ação fosse tomada para evitar que o paciente adquira medicamentos acima da quantia necessária. Além disso, o Ministério da Saúde garante que o novo procedimento aumentará o acesso da população aos remédios indispensáveis

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Procedimentos seguidos para o fracionamento de medicamentos

Para que um estabelecimento, seja farmácia ou drogaria, implante o novo processo precisa se adequar a todos os padrões solicitado pela Anvisa. Saiba quais regras que devem ser seguidas
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........................................................ E o que os pacientes ganham?
Além de economizar na hora da compra dos remédios adquirindo somente a quantia certa prescrito pelo médico, os consumidores terão outros benefícios. Conheça alguns dos principais motivos para aderir de vez o fracionamento
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Principais remédios consumidos e seus efeitos

 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária
www.anvisa.gov.br
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Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica
www.febrafarma.org.br
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Federação Nacional
dos Farmacêuticos

www.fenafar.org.br
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Conselho Regional de Farmácia de São Paulo
www.crfsp.org.br

 

O fracionamento de remédios é um conjunto de ações do Ministério da Saúde para ampliar o acesso da população aos medicamentos e é opcional às indústrias e farmácias.

Entre 2002 e 2004, os investimentos para a distribuição gratuita de medicamentos cresceram cerca de 45%. Em 2002, foram investidos R$ 2,4 bilhões, em 2003, R$ 2,8 bilhões, e no ano passado, R$ 3,5 bilhões. A previsão é que até o final deste ano os gastos federais a distribuição supere o valor de R$ 4 bilhões.